Quando os médicos dizem não

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Esta talvez seja a situação de muitos neste momento, chegaram ao limi­te de suas forças, pois aqueles que supostamente poderiam lhe ajudar, já não podem fazer mais nada por elas. Essas pessoas, foram desengana­das pela medicina.

Essa foi exatamente a situação que viveu uma jovem mãe, que viu sua filha de três meses adoecer re­pentinamente. Já não comia como antes, tinha uma tosse que começa­va sempre há uma da manhã, e só terminava, as seis horas ao amanhe­cer do dia. Nessa época, essa jovem morava em um lugar que fazia muito frio, e os pediatras diziam que se trata­va apenas de um resfriado.

Porém como as crises se intensificaram, de dois em dois meses, ele viu que tinha algo a mais. Por se tratar de uma serva de Deus, também agia a sua fé fazia nas correntes da saúde pela filha e lutava para vê-la saudá­vel. Um ano se passara e ela buscava em Deus uma solução.

A criança estava piorando, es­tava há quatro dias em crise, não comia, estava fraca, tudo que comia vomitava, já não dormia a noite, pois sufocava, acordava chorando sem ar, a mãe passava noites ao lado da filha e começou a perce­ber que ela parava de respirar por alguns segundos durante o sono e logo acordava chorando sufocada, ela tinha apnéia, ”parada respira­tória durante o sono”.

Sua filha não ficava mais em pé. Perdia peso ra­pidamente. Durante esse tempo, fez muitos exames e radiografias, mas nenhuma resposta. Aquela jovem mãe, vendo o sofri­mento da sua filha desejou milhares de vezes estar no seu lugar. Havia chegado ao limite da dor.

Até que uma amiga lhe falou de um pneumologista, um médico re­nomado, professor de uma das mais importantes faculdades daquele lu­gar, um especialista em pulmões.

Então levou sua filha para uma consulta, depois de uma hora exa­minando a criança, vendo e revendo exames, ele chegou e disse: “Mãe se conforma, o que ela tem não tem cura, arruma um bom pediatra para trata-la o resto da vida. Ela tem, asma brônquica.”

Aquela mulher agora sa­bia contra o que lutava, e que humanamente falando a do­ença de sua filha não tinha cura, mais podia ser contro­lada, através de remédios e cuidados especiais em casa.

O especialista deu a mulher uma lista gigantesca do que não poderia mais ter em casa, a lista deixava claro que sua casa não poderia ter: cortinas, nem tapetes, carpetes, nada feito de tecido, os colchões e os travesseiros tinham que ser forra­dos etc…animais nem pensar! A lista era assustadora….

O médico havia desenganado aquela criança com apenas um ano e três meses, aquela mulher saiu dali revoltada. Como pode ser possível? Acreditar em um Deus vivo e aceitar tal situação, essa mulher várias vezes falou do poder de Deus para outras pessoas, falou de salvação, de curas, de prosperidade, de vida sentimen­tal abençoada…e agora o que fazer quando já não há esperanças?

Então era chegada a hora da ma­nifestação da fé sobrenatural, a mu­lher se recusou a aceitar que perdera sua filha para a doença, ela já tinha uma aliança com Deus.

Então entrou em aliança com Deus mais uma vez por sua filha, pegou o envelope da aliança e fez um voto com Deus que jamais fi­zera antes. “Era tudo ou nada.” Era tudo dela, pelo tudo de Deus. Ou Deus cura­va sua filha ou nunca mais falaria para ninguém que ele era capaz de transformar vi­das….

Rhaissa Adotei a Rhaissa com três dias de nascida, ela nasceu de oito meses, com 2,720 e 46 cm. Rhaissa (hoje com 12 anos), foi curada no mesmo dia que eu entrei em aliança com Deus por ela.

Só percebi sua cura depois de dois me­ses. Porque ela ficou resfriada pela primeira vez, os médi­cos até hoje não acreditam que ela teve essa doença, seu pulmão é saudável, não tem sequelas da doença. Ela leva uma vida norma,l raramen­te fica resfriada, sua saúde é perfeita. Não fez nenhum trata­mento.

Tem uma vida nor­mal, tem um irmão, pai, mãe e uma família que a ama muito. Ah…Não posso esquecer três cachorrinhos. E o mais importante ela sabe da sua história, ela é grata a Jesus por sua cura.

Como mãe, sou suspeita em falar, eu e João amamos muito a Rhai assim como a nosso filho biológico Wallacy, não podia ser diferente, ela é uma bênção! Ela é a filha que nós sempre sonhamos em ter, eu e ela somos grandes amigas, ela é linda e tem um grande desejo de ganhar al­mas, faz parte do corpo de tias da EBI.

Sou grata a Deus por tê-la como filha, e ela agradece a Deus por pertencer a nossa família. Ela tem visto: “o que pregamos vive­mos. A fé no Senhor Jesus.” Eu posso falar para você que Jesus Cristo salva, cura, liberta e transforma vidas. E que ele pode trazer a existência o que não exis­te, pois em nossa casa um milagre sorri para nós todos os dias há 12 anos.

Para você que encontra-se nessa mesma situação: desenganado (a) pela medicina e achando que para o seu caso não tem mais jeito, Deus quer fazer na sua vida o mesmo milagre que Ele fez na vida da Rhaissa. Dia 21 de Abril, o “Dia D”, o dia em que sua vida será transformada! Saiba como participar dessa grande concentração que será realizada em todo Brasil.

Forte abraço



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