Pr. marco Feliciano critica postura da Globo contra a IURD

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marco feliciano O pastor e cantor gospel Marco Feliciano criticou, nesta quarta-feira (19), em seu site, os ataques da TV Globo à Igreja Universal. Ele classificou como “nojenta” a reportagem exibida no último dia 11, no “Jornal Nacional”. O pastor do Ministério Tempo de Avivamento acrescentou que a matéria exibida estava mais para Projac (centro de produção da Globo) do que para a vida real.


“Não é segredo que os evangélicos já foram considerados a escória da sociedade. Os mais novos podem não lembrar, mas evangélico era sinônimo de idiota, imbecil e sem cultura. Assumir a fé em Cristo era a certeza de ser criticado. O tempo passou e as coisas mudaram”, comentou.


Marco Feliciano ressaltou que, hoje, os evangélicos estão no governo, nas faculdades, nos consultórios e na mídia. “Os evangélicos, de escória, passaram para aceitáveis, isto é, aceitáveis desde que seus pensamentos, ideologias e interesses não confrontem os de outrem. Os evangélicos cresceram e respondem por boa parte do mercado consumidor. Números recentes apontam um total de, no mínimo, 40 milhões de evangélicos; creio que é muito mais. Contudo, podemos ter 50 milhões de evangélicos, mas nunca teremos 5 milhões de irmãos”, comparou.


O pastor lembrou de alguns casos que geraram polêmica, como o desabamento de um telhado da Igreja Renascer; o missionário David Miranda, da Igreja Pentecostal Deus é Amor, acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro; e o pastor Silas Malafaia, acusado de homofobia e discriminação por várias entidades. Segundo Marco Feliciano, todos os inquéritos foram concluídos e ninguém foi condenado.

“O que me causou repúdio, e agora é para os que se dizem irmãos, é a inércia da nossa classe, os evangélicos. Vejo as pessoas falando mal de líderes, igrejas, costumes, doutrinas, etc. Onde estão os irmãos na hora da acusação? Onde estão os que juraram amor à obra?”, frisou.

“Você pode não ter simpatia pelo pastor Marco Feliciano, pastor Silas Malafaia, bispo Edir Macedo, apóstolo Estevam, bispa Sônia Hernandes e o missionário David Miranda. Porém, você não pode acreditar em tudo o que vê ou lê. É preciso apurar todos os fatos. A briga entre Globo e Record é nossa? Sim, pois respinga nos evangélicos”, observou.


O pastor disse ainda que todas as igrejas tem a prática do dízimo, libertação e cura. “Quer me fazer acreditar que em sua igreja ninguém nunca saiu falando mal dela e de suas práticas? Não defendo a Record como empresa, mas a IURD como igreja. Como defendi os nomes e casos que citei acima. Se estivessem errados, eu seria o primeiro a falar. Não estavam. É véspera de ano eleitoral, a Record chegou a cravar 10 pontos na segunda colocada, cresce acima da média e, convenhamos, isso não agrada ninguém”, enfatizou.

Marcos Feliciano pediu mais união entre os evangélicos.
“Toda vez que um evangélico é indiciado, respinga em nós. Chega! Acabou a farra! Se você tem algum veículo de comunicação (site, blog, twitter, etc.), use-o neste momento. Defenda sua fé!”, convocou.


O pastor fez questão de registrar sua solidariedade à Igreja Universal do Reino de Deus, especialmente ao líder, Bispo Edir Macedo.
“Podemos divergir em vários assuntos doutrinários, mas o que une os evangélicos como um todo é muito maior: Jesus Cristo. Assim como a Rede Record, faço a seguinte pergunta: como a Rede Globo teve acesso ao processo que corre em segredo de justiça?”, criticou.


Fonte: Conteúdo Universal



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